DOM CLÁUDIO NORI STURM, OFMCap
0087

BISPO DIOCESANO
DIOCESE DE PATOS DE MINAS
DESDE
4 de janeiro de 2009
DATA DE NASCIMENTO
12 de maio de 1953
LOCAL DE NASCIMENTO
GIRUÁ - RS
DATA DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL
5 de dezembro de 2008
LOCAL DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL
PONTA GROSSA – PR
CARGO NA CNBB
SEM CARGO NA CNBB
BREVE BIOGRAFIA
Dom Cláudio Nori Sturm nasceu em 12 de maio de 1953, na cidade de Giruá, Rio Grande do Sul. É filho de Leopoldo Aloísio e Denise Sturm, e tem seis irmãos. Iniciou sua formação religiosa nos seminários de Capinzal (SC) e Irati (PR), entre 1968 e 1973. Professou os votos temporários em 2 de março de 1975 e os votos perpétuos em 28 de outubro de 1978. Estudou Filosofia e Teologia em Ponta Grossa (PR), onde também foi ordenado sacerdote em 6 de janeiro de 1980.
Aprofundando seus estudos, concluiu o mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma em 1985 e se especializou em Teologia na Suíça, entre 1999 e 2001. Como sacerdote, desempenhou diversos serviços: foi professor no Seminário Menor em Irati, mestre e diretor do Instituto de Filosofia em Ponta Grossa, reitor do Colégio Internacional São Lourenço de Brindes em Roma, e pároco da Paróquia Imaculada Conceição em Ponta Grossa. Também atuou como vigário e ministro provincial da Província Capuchinha do Paraná e Santa Catarina.
Em 8 de outubro de 2008, foi nomeado bispo da Diocese de Patos de Minas pelo Papa Bento XVI. Sua ordenação episcopal ocorreu em 5 de dezembro de 2008, em Ponta Grossa, presidida por Dom Moacyr José Vitti, com Dom Sérgio Arthur Braschi e Dom Mário Marquez como co-consagrantes. Foi oficialmente empossado na Diocese no dia 4 de janeiro de 2009.
Seu brasão episcopal expressa fortemente sua espiritualidade franciscana, destacada pelo Tau marrom, e o compromisso com a Palavra de Deus, representada pela Bíblia. Os elementos em verde e amarelo remetem à esperança e à colheita abundante no campo do Senhor. O azul simboliza a tenda de Javé, e a Virgem do Rosário é apresentada como protetora. Seu lema episcopal, em latim, é “Manete in dilectione mea” (“Permanecei no meu amor”), tirado do Evangelho de João (15,5), e reflete seu chamado à unidade em Cristo, a verdadeira videira.
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