DOM JACINTO INÁCIO FLACH
0216

BISPO DIOCESANO
DIOCESE DE CRICIÚMA
DESDE
16 de setembro de 2009
DATA DE NASCIMENTO
26 de fevereiro de 1952
LOCAL DE NASCIMENTO
BOM PRINCÍPIO – RS
DATA DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL
5 de fevereiro de 2004
LOCAL DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL
BOM PRINCÍPIO – RS
CARGO NA CNBB
SEM CARGO NA CNBB
BREVE BIOGRAFIA
Dom Jacinto Inácio Flach, nascido em 26 de fevereiro de 1952, em Bom Princípio (RS), é o quinto dos nove filhos de uma família de origem alemã. Realizou seus estudos iniciais em sua cidade natal e depois seguiu para Viamão, onde cursou o secundário e ingressou no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, estudando Filosofia. Posteriormente, formou-se em Teologia no Instituto Teológico da PUC-RS. Entre 1995 e 1997, aprofundou sua formação em Roma, no Pontifício Instituto de Espiritualidade Teresianum, obtendo licença em Espiritualidade.
Foi ordenado sacerdote no dia 7 de maio de 1988, iniciando seu ministério como vigário paroquial na Paróquia Santo Antônio, em Estrela. A partir de 1990, passou a atuar no Seminário Maior de Viamão como professor e diretor espiritual, função que retomou após seu retorno de Roma. Ao mesmo tempo, exerceu o ofício de vigário na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, também em Viamão, mantendo ampla atuação pastoral e formativa no clero local.
Em 12 de novembro de 2003, foi nomeado pelo Papa João Paulo II como bispo auxiliar de Porto Alegre, recebendo a ordenação episcopal em 5 de fevereiro de 2004. Como bispo auxiliar, desempenhou o cargo de Vigário Episcopal do Vicariato de Guaíba, além de colaborar na Pastoral Presbiteral e na Catequese do Regional Sul 3 da CNBB. Seu lema episcopal, Misericordiam nuntio vobis (“Anuncio-vos a misericórdia”), expressa o foco central de sua espiritualidade e missão.
No dia 16 de setembro de 2009, o Papa Bento XVI o nomeou bispo diocesano de Criciúma, tomando posse em 13 de novembro do mesmo ano. Ao longo de seu episcopado, destacou-se pela proximidade pastoral, pelo incentivo à evangelização e pela formação de novos sacerdotes. Em 2025, recebeu da Assembleia Legislativa de Santa Catarina o título de Cidadão Catarinense. Seu brasão episcopal — marcado pelas cores azul, amarela e vermelha — simboliza Maria, a misericórdia divina, a paz, a esperança e o compromisso pastoral com o rebanho confiado à sua missão.
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